BESTAS HUMANAS

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A família do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), vítima de um atentado a faca, pede ao povo brasileiro que faça orações por seu restabelecimento.

O deputado estadual Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidenciável, disse que a situação do seu pai é grave, embora no momento apresente um quadro estável, sem febre ou sangramento. E reforça o pedido de orações.

Especialistas confirmam que cirurgias de intestino são delicadas em razão dos riscos de infecção. Pior ainda no caso do candidato do PSL, pois a facada atingiu o intestino grosso e houve derramamento fecal, havendo risco de infecção.

Jair Bolsonaro já passou por duas cirurgias e não tem previsão de alta, embora não tenha havido nenhuma intercorrência durante os dois procedimentos e ele permaneça com um quadro estável.

Numa situação dessas, a família e os amigos ficam preocupados e sofrem junto com o paciente. É uma situação angustiante da qual ninguém, em sã consciência e com o mínimo de temor a Deus, pode ironizar ou debochar, como lamentavelmente, muitas bestas humanas fazem por meio das redes sociais.

Uma coisa é não concordar com as ideias de Bolsonaro, outra é torcer para que aconteça o pior ou ficar com piadas de mau gosto, se deleitando com o sofrimento do candidato e de seus familiares e amigos. Quem faz isso não pode ser classificado de cristão ou democrata.

Tenho visto nas redes sociais manifestações raivosas, odientas e até diabólicas de adversários de Jair Bolsonaro, que revelam o verdadeiro caráter dessa gente desprovida de sentimentos cristãos.

Diante do clima de violência que se respira no Brasil, ninguém está livre de um atentado como o que sofreu o presidenciável do PSL. Aliás, quantos inocentes são diariamente esfaqueados ou baleados e mortos por criminosos em nosso país? Todos estamos sujeitos a isso, infelizmente!

DESCASO CRIMINOSO

O que se pode dizer de um pai que deixa de levar o filho, na faixa etária de zero a cinco anos, para ser vacinado contra sarampo e poliomielite?

Seria justo culpar o poder público pelo comportamento irresponsável de pais que se recusam a levar os filhos a uma sala de vacinação, depois de reiteradas campanhas de esclarecimentos sobre essas doenças que avançam no Brasil e podem levar a morte?

É razoável que pai ou mãe alegue desconhecimento sobre os riscos de sarampo e da poliomielite, depois de várias e várias campanhas feitas através da mídia, rádio, jornal, televisão, internet e por outros meios?

Em meio a esses pais irresponsáveis, existem os que, por pura ignorância, sabem das campanhas e dos riscos das doenças, mas não levam os filhos para vacinar porque “as vacinas podem provocar efeitos indesejáveis” nas crianças.

Tem ainda um exército de desocupados alimentando esses boatos nas redes sociais, dificultando com isso que a meta de vacinação das crianças seja atingida e colocando em risco a vida desses inocentes.

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