Justiça, sim, demagogia, não!

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Os militares que dispararam 80 tiros contra o carro do músico Evaldo dos Santos Rosa e o mataram, sem dúvida nenhuma, devem ser exemplarmente punidos. Isso é indiscutível. Não parece razoável, no entanto, que se condene uma instituição pelo erro de 10 de seus agentes.

As ácidas críticas e os xingamentos contra o Exército nas redes sociais refletem apenas a paixão política doentia de quem quer atingir o governo de um jeito ou de outro. Seguindo a lógica desses energúmenos do baixo clero da esquerda, o Exército, a Polícia Militar e a Polícia Civil já teriam sido extintas há tempos.

Afinal, erros cometidos por agentes de segurança que resultaram na morte de inocentes foram registrados ao longo da história, em quase todos os governos, inclusive em governos controlados pelo PT e a esquerda.

A solução seria extinguir o todo o aparato de segurança, deixando a população entregue à sanha da bandidagem? Só mesmo na cabeça de um eleitor do Lula e da Dilma isso seria viável.

Na verdade, a mídia e os órfãos do poder não assimilaram a derrota nas urnas e tentam a todo custo acuar o governo Bolsonaro que, se não é essa maravilha toda e nem poderia ser, por razões óbvias, não é populista, irresponsável e corrupto como seus antecessores. O que já está de bom tamanho.

A questão da Segurança Pública, negligenciada em gestões anteriores, é uma das grandes preocupações do atual governo que foi buscar na figura do íntegro e competente juiz Sérgio Moro a garantia do combate efetivo e sem trégua ao crime organizado e a corrupção em nosso país, objetivo que não pode ser alcançado em curtíssimo prazo, como insinuam os abirobados lulo-petistas e assemelhados.

Imbuídos do indisfarçável propósito de impedir o combate ao crime organizado, que vem ao longo dos anos fazendo milhões de vítimas no Brasil, os “patriotas” da esquerda se colocam contra o pacote anticrime, elaborado por Moro e sua equipe, ao tempo em que vociferam nas redes sociais e no Congresso Nacional contra a onda crescente de violência no país. Haja cabotinismo.

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