Vigilância Sanitária fiscaliza alimentos vendidos na Semana Santa

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A Vigilância Sanitária de Teresina, em parceria com o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) e Instituto de Metrologia do Estado do Piauí (IMEPI), esteve durante as primeiras semanas de abril fiscalizando grandes redes de supermercados do município, dando prioridade na fiscalização dos alimentos tipicamente mais consumidos na Semana Santa, como peixes, crustáceos, ovos, chocolates e outros. O órgão é vinculado à Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Segundo a gerente de Vigilância Sanitária da FMS, Jeanyne Seba, foram avaliados itens como condições higiênicas do local de venda dos alimentos, além do armazenamento, exposição, validade e características dos produtos ofertados, bem como a higiene dos atendentes.

A população também deve estar atenta para evitar produtos fora das condições, e denunciar caso necessário. Para isso, a Vigilância Sanitária dá algumas dicas: “Antes de comprar o peixe fresco, é preciso estar atento ao aspecto da carne do pescado, que deve ser resistente à pressão dos dedos, devendo estar com as escamas brilhantes e bem aderidas à pele. Além disso, é preciso verificar a órbita dos olhos do peixes, a cor e o odor do produto. As guelras devem estar úmidas e apresentar coloração de róseo a vermelho brilhante”, alerta Jeanyne Seba, ressaltando que os produtos devem estar refrigerados a uma temperatura máxima de 4°Celsius. “Já os produtos congelados devem apresentar-se duros e sem sinais de descongelamento, e conservados em temperatura inferior a -18° C”, diz a gerente.

No caso do bacalhau, peixe bastante procurado nesta época, o consumidor deve verificar se o produto não apresenta manchas escuras ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradável. Eles devem estar acondicionados em locais limpos, protegidos de poeira e insetos. Já as sardinhas em lata devem ser evitadas caso o recipiente esteja amassado ou com a validade vencida.

Os ovos de chocolates devem ser mantidos em local fresco e arejado. “Evite a compra ao verificar embalagens danificadas, rasgadas, amassadas, quebradas ou vencidas”, aconselha Jeanyne Seba. Por fim, os ovos de galinha devem apresentar-se limpos, sem sinais de fezes. Deve conter na embalagem nome e endereço do fabricante, data de validade, bem como o selo do serviço de inspeção municipal, estadual ou federal.

Em todos os produtos, é obrigatório conter a marca, dados do fabricante, endereço, lista de ingredientes, datas de fabricação/validade e o número do lote nos rótulos das embalagens. “A mesma orientação é válida para os produtos artesanais, que devem estar legalizados pela vigilância sanitária. Produtos sem procedência devem ser evitados”, alerta a gerente.

A orientação é que a população prefira estabelecimentos licenciados pelos serviços municipais de vigilância sanitária e compre produtos legalizados pelos serviços de inspeção. “A ingestão de alimentos em más condições de conservação pode causar sérios danos à saúde, sobretudo infecções alimentares”, alerta Jeanyne Seba.  Em caso de irregularidades, o cidadão pode entrar em contato com a GEVISA, ligando para os telefones 3215-9102 ou 3215-9115, de segunda a sexta das 7:30 às 17:30h.
Fonte: Ascom/FMS

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