
Mãe quer responsabilizar bets por morte do filho, aluna com marcas de mangueira e homem confunde cola com colírio.
Arte g1
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Confira o que foi destaque no g1 Triângulo nesta semana, com as notícias mais acessadas entre os dias 11 e 17 de julho.
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Mãe busca responsabilizar bets e influenciadores após morte do filho
Mãe busca responsabilizar bets e influenciadores após morte do filho em MG
Quando conseguiu acessar a caixa de e-mails e as redes sociais do filho após a morte dele, em 2024, Vânia de Souza Borges encontrou muito mais do que lembranças. Havia uma sequência de mensagens oferecendo bônus, giros grátis e convites para voltar a apostar em bets e jogos de azar. As notificações continuavam chegando mesmo depois de Rafael Borges Amaral, de 26 anos, ter morrido.
Para a professora de Uberlândia, aquelas propagandas deixaram de ser simples anúncios e passaram a representar um retrato da dependência que consumiu o filho.
“Depois que o Rafael morreu, todos os dias chegavam dezenas de propagandas de apostas no celular e no e-mail dele. Foi muito triste perceber que ele era bombardeado o tempo todo por esse tipo de conteúdo”, lembrou.
Segundo Vânia, o filho era alegre, sociável e cheio de planos, mas foi mudando aos poucos. Primeiro vieram as apostas on-line. Depois, o isolamento, as dificuldades financeiras e comportamento depressivo.
Ao g1, ela afirmou que influenciadores digitais ajudam a atrair novos apostadores ao transmitir uma falsa expectativa de lucro. “Seduzem e fazem parecer que ganhar dinheiro é fácil”, disse.
Professora percebe marcas de mangueira em aluna
Um homem de 22 anos foi preso em flagrante por lesão corporal na sexta-feira (10), em Patos de Minas. A prisão ocorreu depois que uma professora percebeu marcas de agressão nas costas da enteada dele, de 6 anos, durante uma aula de educação física.
Segundo a Polícia Militar (PM), a professora identificou os ferimentos durante a atividade e acionou as autoridades. As marcas eram compatíveis com golpes de mangueira.
De acordo com a professora, a menina contou que havia sido agredida pelo padrasto com uma mangueira de chuveiro. Ela disse ainda que as agressões eram frequentes.
O padrasto negou as agressões e afirmou que apenas “corrigia” a enteada.
Homem confunde cola com colírio
Um homem de 50 anos precisou de atendimento no Hospital Municipal de Paracatu, após confundir um frasco de cola instantânea com um de colírio e aplicar a cola no olho direito. O caso aconteceu em 1º de julho.
Na ocasião, ele carregava os dois frascos no mesmo bolso. Já no hospital, a sequência de enganos continuou e o homem confundiu álcool com água e passou o produto no rosto.
A equipe médica conseguiu remover a cola e descolar as pálpebras sem complicações. Depois do atendimento, o paciente recebeu alta e se recupera em casa.
Segundo a Prefeitura de Paracatu, o homem deveria ter retornado ao hospital para dar continuidade ao tratamento. No entanto, até a última atualização desta reportagem, ele ainda não havia voltado à unidade de saúde.
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