Um novo Brasil, próspero e justo

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Ano novo. Esperança de um novo tempo, de mudanças profundas na política, nos costumes e na administração pública.

Que o Estado brasileiro passe a servir a Nação e não a partidos e políticos patrimonialistas, como ficou evidente nas gestões anteriores.

Que aja transparência nas ações públicas e que os recursos do Erário sejam destinados a obras e serviços que atendam ao interesse coletivo, não apenas a grupos que orbitam em torno poder.

As prioridades devem ser definidas sempre levando em conta as necessidades da população, especialmente dos segmentos economicamente mais vulneráveis.

Neste particular não há como negar que o Governo Federal, sob nova orientação, tem anunciado medidas que contemplam os anseios do povo brasileiro.

Os exemplos são muitos. As mudanças na cobrança do Imposto de Renda da Pessoa Física, com a redução de impostos para quem ganha menos e ampliação da lista dos isentos é uma das boas novas anunciadas.

Trata-se de uma medida que faz justiça aos barnabés que tinham boa parte de seus minguados salários devorados pelo Leão, enquanto os marajás, com suas fortunas investidas no mercado financeiro, nem sentem a mordida da fera.

Há que se aplaudir também o anúncio, feito pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de que a União não vai mais bancar despesas com Carnaval, Parada Gay, Marcha para Jesus, Marcha da Maconha e outros eventos do gênero.

Os recursos públicos, como disse o ministro, devem ser aplicados em educação, saúde, segurança, habitação. Alguém em sã consciência pode ser contra essa orientação?

A par disso, a decisão do governo central de passar um pente fino em todos os convênios, empréstimos e repasses feitos a estados e municípios é uma necessidade imperiosa para evitar os desvios de verbas federais.

O acompanhamento, com uma lupa, das aplicações dos recursos federais tem a aprovação quase unânime dos brasileiros, com exceção de um pequeno contingente ainda saudoso da velha política e dos velhos métodos.

Caberá ao íntegro ministro da Justiça, Sérgio Moro, essa tarefa de zelar pela criteriosa aplicação dos recursos públicos federais pelos estados e municípios.

Limitar radicalmente o número de funções gratificadas no serviço público federal, hoje perto de 100 mil, fruto do aparelhamento estatal durante os governos petistas, é outra decisão corretíssima que conta com respaldo popular e vai proporcionar uma grande economia de recursos.

Ficamos apenas nesses exemplos para mostrar que, apesar das críticas de setores da mídia e da jurássica e patrimonialista esquerda brasileira, Jair Messias Bolsonaro tem a confiança do povo brasileiro.

Com as privatizações, a reforma da previdência e a inflação sob controle, o presidente terá um cenário econômico favorável para recolocar o país nos trilhos do desenvolvimento.

Apoio popular não lhe faltará para levar em frente o seu projeto de sepultar as velhas práticas do passado e de construir um novo Brasil, seguro, desenvolvido e socialmente justo.

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